Coletânea - AVISA LÁ QUE AQUI TEM MUITA COISA SOBRE CRIANÇA E NATUREZA

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Coletânea 6
AVISA LÁ QUE AQUI TEM MUITA COISA SOBRE CRIANÇA E NATUREZA

Sabemos que a conexão com a natureza amplia a imaginação, a criatividade e a interação humana. No entanto, os espaços lúdicos ao ar livre, presentes na maioria das escolas de educação infantil, nem sempre fazem parte do projeto pedagógico.

Refletir sobre o tempo dedicado às formas de interação das crianças com os elementos naturais pode contribuir para que nossa ação seja permeada de intencionalidade educativa. Nesta coletânea, composta de 14 artigos, vários projetos e ações poderão servir de inspiração para você propiciar o encontro da criança com a natureza, favorecendo seu aprendizado e desenvolvimento.

Iniciamos com um artigo de Isabel Porto Filgueiras e Adriana Freyberger sobre brincadeiras e jogos no parque. Nele se discute como planejar o uso do espaço lúdico ao ar livre por meio de soluções criativas, de baixo custo e que valorizam o brincar.

Damaris Maranhão traz uma reflexão sobre a importância de passear com as crianças. Lugares como parques, museus, feiras etc. funcionam como uma espécie de saída a campo, em que o que está em jogo é a pesquisa e o conhecimento. Em outro artigo, aborda a necessidade de todas as crianças, independentemente da idade, tomar sol e permanecer ao ar livre para que possam crescer e se desenvolver com saúde.

O quarto artigo é uma dica! Assim como as crianças, o olhar de artistas naturalistas como Frans Post e Eckhout, nos primórdios do Brasil, criaram animais e flores, estranhos aos estrangeiros, que enchiam a imaginação e excitavam a curiosidade. Vale a pena se inspirar nos trabalhos desses artistas para pensar ações junto às crianças.

Já Adriana Klisys e Renata Caiuby, em “Construções Lúdicas”, mostram como as crianças são mestres em transformar objetos. Num passe de mágica, gravetos viram varinhas de condão, materiais aparentemente sem utilidade se tornam brinquedos inventivos. Podemos entender também como é possível aproveitar esse potencial infantil na escola.

Em “Brincar com água e aprender na ação”, Renata Frauendorf relata sua experiência com uma sequência de atividades com água com um grupo de crianças de 2 a 3 anos e a descoberta de que as coisas mais simples da vida podem estar carregadas de sentido para uma criança pequena.

No artigo “Do jardim à sala de aula”, Celi Rodrigues Chaves Domingues, professora de biologia, conta como uma oficina propiciou uma deliciosa aventura de caçar caramujos, procurar joaninhas, descobrir formigueiros. Tal como as crianças, eles puderam se entregar ao deleite da observação desafiadora e ver o quanto é importante ter perguntas sobre o que se quer aprender.

Damaris Gomes Maranhão e Cisele Ortiz discorrem sobre os bons desafios da areia para a criança pequena. Como vencer sua resistência ou obter consistências diversas ao misturá-la com água, por exemplo. Veja como a areia pode ser incorporada ao dia-a-dia das crianças de forma criativa e segura.
Já no artigo “Baldes, pás, areia e água: elementos para o jogo simbólico”, Renata Frauendorf relata a experiência de um município participante do Programa Formar em Rede do IAL. Uma reflexão sobre a relevância do papel do adulto e suas possíveis interações durante as brincadeiras infantis, explicitou os desafios e descobertas das crianças ao brincarem com água e areia na escola.

Em “Elementos da natureza e a produção em arte”, profissionais da Escola Tipuana, em São Paulo, mostram como a pesquisa e coleta de folhas, sementes, galhos e cascas de árvores despertam nas crianças o senso estético e possibilitam um trabalho com formas, linhas e texturas.
Outro artigo muito interessante é “Brincar na quietude”, de Selma Maria Kuasne e Anne Vidal. Nele podemos observar como brinquedos e brincadeiras que envolvem elementos da natureza revelam a imaginação e a criatividade das crianças.

Aparecida Scapolan Vigo, CP de um CEI da zona sul de São Paulo, relata a transformação do parque da escola em um espaço expressivo que envolveu toda a comunidade escolar, principalmente as crianças.

Um assunto que ainda gera polêmica e dúvidas para pais e educadores é se as crianças podem ficar descalças na creche. Fabiana Coimbra e Maira Tangerino, em “Pés descalços na Educação Infantil”, lidam com mitos e preconceitos há muito arraigados e demonstram que, além de rever conceitos sobre a transmissibilidade das doenças mais comuns entre as crianças, é preciso pensar a finalidade e função cultural do uso do sapato na história do homem.

E finalmente, no artigo “A criança e os quatro elementos”, de Lucília Helena Franzini, coordenadora da Escola Grão de Chão em São Paulo, conhecemos como o olhar inquisidor da criança levou a equipe a organizar novas vivências com elementos naturais – terra, fogo, água e ar. O projeto ampliou a experiência da criança com a natureza por meio da aproximação com a Arte.

Esta coletânea está mesmo muito especial. Deleite-se!

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